Google e Microsoft defendem cloud
Postada por: Daniel C. Gomes em 04/07/2010
Fonte: IT Web
| Segurança é melhor na nuvem, defende o Google, mas os demais prestadores não estão certos disso |
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Na quinta-feira (01/07), em Washington, oficiais do governo dos Estados Unidos examinaram os benefícios e riscos da transição que a administração federal daquele país está fazendo para computação em nuvem. Participaram da audiência, além de representantes do governo, liderados pelo CIO Vivek Kundra, representantes das empresas EMC, Google, Microsoft e Salesforce.com, a indústria, no caso, para fazer a defesa da tecnologia. Da parte do Google, cloud computing é uma das melhores coisas. Mike Bradshaw, diretor da companhia do grupo que cuida das ofertas para o governo, afirmou que a nuvem pode melhorar a segurança, economizar recursos e aumentar eficiência e colaboração. "As agências enfrentam desafios significantes com roubo ou perda de laptops que contém dados sensíveis", declarou. "A nuvem melhora a segurança ao permitir o armazenamento dos dados de forma centralizada com continuidade, redes automatizadas e proteção." Por outro lado, Scott Charney, presidente de um grupo computacional na Microsoft, embora tenha dito coisas boas sobre cloud computing, foi mais cauteloso ao abordar os benefícios de segurança. "Computação em nuvem, em seus diversos formatos, cria diversas novas oportunidades para redução de custo, flexibilidade, escala e melhora de desempenho para governos, empresas e população", avisou. "Ao mesmo tempo, ela apresenta novos desafios de segurança, privacidade, confiabilidade, o que aumenta questões sobre responsabilidades funcional e legal." Como descreveu Charney, segurança é uma resposabilidade compartilhada que os provedores de nuvem e clientes precisam endereçar via requerimentos de comunicação e transparência sobre utilidade de controles. Um dos representantes do governo norte-americano, afirmou, em comunicado, que "cloud computing oferece aumenta e, ao mesmo tempo, reduz a segurança dos sistemas de informação nas agências federais". Avisou ainda que 22 das 24 maiores agências federais ainda estão preocupadas sobre os riscos à segurança da informação na nuvem. |


