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Furukawa lança soluções de redes ópticas para ambientes prediais - corporativas e residenciais

Postada por: Henrique Ribeiro em 14/01/2010
Fonte: Furukawa

Líder global do segmento de fibras ópticas, a Furukawa lança no Brasil, novas soluções de infraestrutura de redes ópticas prediais - corporativas e residenciais. São soluções completas de FTTD (Fiber to the Desk, ou fibra óptica até as estações de trabalho nas empresas) e de FTTH/FTTA (Fiber to the Home/Apartment, a fibra óptica para dentro das casas ou apartamentos).

"As redes ópticas dentro dos ambientes prediais são a mais nova tendência global para acesso e tráfego de conteúdo multimídia em internet de altíssima velocidade (100Mbps)", informa Nelson Saito, Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Furukawa. "E uma das características da estratégia de gestão da Furukawa é alinhar-se às tendências globais, promovendo o aculturamento e o desenvolvimento tecnológico no Brasil para reduzir a diferença que o país tem em relação às grandes potências de inovação tecnológica, a exemplo da Coréia do Sul, Japão, Estados Unidos, Austrália, entre outros", completa o especialista.

De acordo com Saito, enquanto no Brasil somente em fevereiro de 2010 deve ter início uma discussão oficial pelo Governo para o desenvolvimento da Rede Nacional de Banda Larga, entendendo Banda Larga como qualquer ponto de acesso à internet trafegando informações a uma velocidade de 128 kbps, as grandes potências de inovação tecnológica já discutem suas redes nacionais de internet de Ultra Banda Larga, em velocidades superiores a 1Gbps. "Existe um tempo para a evolução de uma determinada padronização tecnológica que não se pode desconsiderar. Mas enquanto o mercado amadurece, a Furukawa, como provedora de tecnologia, promove ações de inovação e desenvolvimento para que esse tempo de absorção seja minimizado", afirma Saito que é também chairman da seção Latinoamericana do FTTH Council North America, pela Furukawa.

Atualmente existem 40 milhões de assinantes de 100Mbps no mundo. Somente os Estados Unidos têm cinco milhões de assinantes até a porta da casa (FTTH) e o Brasil deve ter, no máximo, 1000 assinantes de FTTH, significando um enorme potencial de expansão e crescimento. "Um dos diferenciais da Furukawa é justamente apresentar soluções de infraestrutura ao mercado levando em conta garantir uma vida longa aos investimentos e legado dos clientes. As soluções que estamos anunciando neste ano na Futurecom servirão às empresas e aos usuários por, pelo menos, mais 20 anos", garante Saito.

Em termos de aceleração, segundo ele, a expectativa da companhia é de que o tempo de migração do atual modelo de Banda Larga no Brasil para as redes de Ultra Banda Larga não deva ser muito diferente do tempo natural de padronização de tecnologias, que tem uma diferença de cinco a seis anos em relação a outros países desenvolvidos. "Mas tudo irá depender do próprio mercado e da reação das empresas para atender à demanda do crescimento do volume no tráfego das informações, cada vez mais acelerado com o desenvolvimento das redes sociais e oferta dos pacotes triple, quadruple e quintuple play", observa Saito.

Para o segmento de mercado corporativo, Saito observa que este levou seis anos para chegar ao primeiro um milhão de acessos vendidos de portas para redes de 10 Gbps. E a crescente demanda por maiores taxas de transmissão das diversas aplicações de redes locais de computadores ocasionou a evolução desta tecnologia de forma gradativa, partindo da velocidade de 10 Mbps para 100 Mbps e daí alcançando 1 Gbps até os 10 Gbps, hoje chamadas de redes Gigabit Ethernet. "Durante esse tempo, a Furukawa esteve trabalhando no desenvolvimento de fibras especiais multimodo - OM3, OM4 (LaserWave 300/550) - que servem tanto para as redes existentes até 10 Gbps, como para a construção das redes de altíssima velocidade de 40-100 Gbps, que devem chegar, mais cedo ou mais tarde, ao país. "Hoje, a Furukawa já está pronta para atender a esta evolução do mercado e começa a explorar nichos existentes formados por organizações e profissionais liberais que trabalham no modelo home office em áreas que requerem a troca de conteúdos pesados, como as áreas de comunicação e marketing e de engenharia e arquitetura, entre outras, que demandam alto tráfego de vídeos e imagens", finaliza o engenheiro.

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